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EU TAMBÉM ESTOU COM MEDO (sim, é sobre a vacina)

Eu queria falar um milhão de coisas sobre este início de ano, mas eu acredito que cada um tem que saber da sua responsabilidade, tem que saber que toda ação tem reação, pois não adianta chorar em cima do caixão depois. Queria dizer que não precisamos brigar por causa da vacina (desfazer amizade, por exemplo) por um motivo muito simples: os ricos vão se vacinar. Tenham isso em mente! OS RICOS (e você não é um deles) vão se vacinar porque para sair do Brasil e viajar ao exterior os outros países vão exigir a vacina. Então não importa se esse RICO votou em A, B ou C. Se ele/ela quiser sair do Brasil vai ter que se vacinar e pronto. Os demais mortais, pobres, - como eu e você que me lê - vamos ter escolha, se tomamos ou não (alguns profissionais não terão escolha). Mas eu pergunto porque não tomar? Porque confiar em mentirosos do whatsap e não confiar na ciência? Eu também tenho medo da vacina. Estranho se não tivesse. Mas tenho mais medo de ficar doente porque não sei o que pode acontecer...

VOTE EM MULHERES NESTE 15 DE NOVEMBRO DE 2020

 Soraia Veloso Cintra   As eleições municipais vão ocorrer domingo, dia 15 de novembro de 2020. E a primeira coisa que quero lhe pedir é vote com segurança. Vá de máscara, leve sua caneta e evite aglomeração. A segunda é VOTE EM MULHERES. No próximo domingo, eu preciso que você vote em duas mulheres: escolha uma candidata a vereadora; escolha uma candidata a prefeita. Eu sei que não é fácil, mas é preciso. É necessário. Não é preciso esperar até 2022 para começar a mudança que tanto queremos. Você pode começar agora nas eleições municipais. Escolha mulheres de luta, escolha mulheres que tragam propostas viáveis; mulheres que saibam o significado de ser vereadora, de ser prefeita de uma cidade. Mas não pode ser qualquer mulher. Precisa ser aquelas alinhas com os princípios da IGUALDADE, do RESPEITO. Precisa ser aquelas que entendem que é por causa das lutas FEMINISTAS do passado que elas podem ser candidatas – podem votar e ser votadas. Se você não tinha pensado nisto antes...

ANIVERSÁRIO DA TELEVISÃO

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  Quando a chegada da televisão brasileira comemorou 50 anos eu fui uma das homenageadas. Representei várias gerações que cresceram assistindo Os Trapalhões. Eu me orgulho demais desse momento. Ganhei uma surpresa inesquecível da Rede Globo, por meio do Programa Fantástico. Encontrei meu ídolo Renato Aragão, chorei rios de lágrimas e ganhei bolo de verdade com direito a  parabéns . Depois quando o Fantástico foi ao ar, foram cerca de 8 minutos de exibição, uma eternidade para a televisão. Já se passaram 20 anos dessa emoção mas parece que foi ontem que eu fui levada ao Rio de Janeiro. Eu também tenho minhas críticas a Rede Globo, assim como tenho às demais. Mas uma vez minhas alunas perguntaram se eu assistia televisão e eu expliquei que sim, porque precisava ver o que acontecia, inclusive para criticar. Se você não gosta dessa ou daquela emissora, basta trocar de canal, o controle remoto, pra mim, é a maior invenção do século XX. Ninguém é obrigado a nada. Quanto aos Trapalhõ...

Colecionadora de boneca? Sim!!!

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  As mulheres enfrentam preconceitos que os homens nem imaginam. Parece que tudo para nós é mais complicado; em todos os aspectos. Crescer na televisão então, sendo assistida por milhares de pessoas, parece ainda pior. Angélica, Sandy e Vanessa Camargo que o digam. A nova geração formada por artistas como Maísa e Larissa Manoela, viveram a mesma experiência com mais ênfase por causa das redes sociais. O sucesso das jovens nos programas de televisão e/ou novelas não vem sozinho. Junto vieram os seguidores e fãs que nem sempre entendem que não são amigos dos ídolos. Frequentemente essas e outras pessoas se acham no direito de se intrometer na vida dos ídolos. Larissa Manoela viveu isso recentemente por causa da sua coleção de bonecas. Nas redes, uma pessoa escreveu o seguinte post após o episódio: “Larissa Manoela aos 19 é taxada de infantil por ter bonecas. Homem de 30 berrando assistindo futebol, é só apaixonado pelo time. Mulher de 30 na balada, não amadureceu. Homem com a mes...

SEM PERDÃO

Fiquei pensando o que exatamente eu deveria escrever sobre a violência que a menina de 10 anos sofreu em sua curta vida. Muito se escreveu e falou nos últimos dias. Tudo é tão ultrajante que, confesso, me faltam as palavras certas (se é que elas existem). Imaginar que uma criança foi violentada dos 06 aos 10 anos por um membro de sua família é para mim algo estarrecedor. O problema é que neste exato momento, outras crianças podem estar passando pela mesma situação e da mesma forma há uma negligência geral em torno também dessa criança. Falta a atenção e proteção da família; falta a proteção e atenção do Estado.  Então vou tentar elencar o que penso em 10 itens:  1. Há um ou mais canalhas nessa história. E todos são membros da família. Quem viola uma criança, qualquer que seja a idade da mesma, não tem perdão. O julgamento tem que ser duro e exemplar. Não podemos compactuar com qualquer sinal de perdão. Repito: NÃO HÁ PERDÃO. 2. Há um ou mais canalhas nessa história. E todos sã...

Sim, as mulheres mudarão o mundo

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Na semana passada (17/07) publique o texto “As mulheres mudarão o mundo” e falei do combate a violência. Algumas leitoras trouxeram sua opinião sobre a questão as quais agradeço pela importância do assunto. No texto de hoje falo sobre educação, especificamente da educação das mulheres. Acredito que a educação é essencial para proporcionar mudanças a todos – mulheres e homens. Mas a elas a educação pode trazer outras perspectivas. Percebo isso por trabalhar e lecionar para um público majoritariamente feminino. A educação foi essencial na minha vida e é essencial para a vida delas.   Tenho consciência de que é um privilégio que nem tod@s têm, mas temos que insistir e tentar garantir o maior número possível de mulheres na educação – da básica a superior. A luta pela educação das meninas é árdua e diária em pleno ano 20 do novo século. Nunca imaginei que teríamos que brigar por coisas básicas para as mulheres como é o caso da educação. Isso ocorreu nos séculos XIX e XX. É preciso i...

As mulheres mudarão o mundo!

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A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que o número de agressões, assassinatos e abusos contra mulheres e crianças cresceu assustadoramente em muitos países. Esta informação importante salientava a necessidade dos países, de forma geral, adotarem medidas contra a violência de gênero e garantir serviços de assistências às mulheres e crianças, principalmente as do sexo feminino. Aparentemente a permanência em casa por causa da COVID-19 agravou a situação de muitas mulheres. No Brasil, assistimos a algumas cenas cruéis contra mulheres durante o confinamento (mas já havíamos registrados situações absurdas bem antes). Algumas conseguiram pedir ajuda sob as mais diversas formas. Um dos casos mais absurdos veio a pública recentemente: uma mulher foi libertada depois de 8 anos em cativeiro! Mesmo assim, eu acredito que são as mulheres quem mudarão o mundo!!! Quanto mais tentam apagar nosso brilho, mais nos unimos em prol uma das outras. A tarefa eu sei que não é fácil. Mas precisamos oc...

Pare de pedir desculpas!!!

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O nascimento de uma criança em quase todas as famílias é motivo de comemoração. Um grupo normalmente torce pela menina, outro pelo menino, e a ali começa a saga da criança. O sexo biológico será definidor das cores, dos presentes, das compras. Conforme vai crescendo a criança vai conhecendo o mundo, sendo apresentada a ele. Um mundo que é muito grande, cheio de regras, de valores, e de coisas que as pessoas acreditam ser o correto. As meninas vão sendo ensinadas de forma diferente dos meninos. São incentivadas desde cedo aos cuidados – brincam de bonecas, casinhas, cozinhas etc... Os meninos são incentivados a andar de bicicleta, a correr pelas ruas, a jogar bola, a falar palavrão. É claro que as exceções. Há famílias que não fazem essa distinção. Mas a maioria vê somente o sexo biológico na frente e não uma criança em formação. Neste aspecto, as meninas vão recebendo uma carga que nem sempre darão conta de carregar. Uma dessas cargas é o pedido de desculpas . As mulheres são ensinad...

Me chame de feminista!

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Sou feminista desde que entendi o significado desta expressão: luta pela igualdade, luta pelos direitos das mulheres, luta pelo direito de ser mulher. Continuar sendo feminista nos dias atuais tem sido um exercício diário e importante. São muitas as pautas e há divergências na linha de pensamento. Nós, mulheres, não pensamos todas iguais porque realmente não somos. São pautas diferentes para necessidades diferentes. É só pensarmos um pouco na divisão do trabalho e na relação patrão e empregado. Vamos colocar no feminino: a patroa e a empregada. Não é uma relação igual. Já ouvi patroa culpar empregada por ela não querer ‘subir’ na vida, por não estudar, por não se esforçar. Não ouvi ela falar de facilitadores para esta mulher. Não ouvi ela garantir bolsa de estudo, horário diferenciado etc etc... Só culpa, sem fazer exame de consciência, sem empatia. Quantas de nós, feministas assumidas, já saímos para eventos deixando outras mulheres garantindo que o serviço de casa fosse realizado? Já...

Oscar 2020: “Violência, violência, quem quer violência?”

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Soraia Veloso Cintra Na década de 1990, assistíamos na televisão brasileira os episódios da Família Dinossauro. Um dos destaques era o pequeno Baby da Silva Sauro, um dinossauro cor-de-rosa cujo bordão “Não é a mamãe” marcou época. Mas ele falava outro também, principalmente, quando assistia a filmes impróprios para sua idade “Violência, violência, eu quero violência”!!!, soltando uma gostava risada, mérito da dubladora Marisa Leal. Esta frase de Baby veio ao meu pensamento depois de assistir Bacurau e Era uma Vez em... Hollywood . Ambos os filmes, tão diferentes entre si, apresentam uma questão igual: a violência entranhada na sociedade e o que fazemos com ela. São formas diferentes de ver a violência, mas na minha linha de pensamento por ter assistido aos filmes tão próximos eles se aproximam quando o assunto é fazer justiça com as próprias mãos.   Bacurau é um filme nacional de 2019 que assisti sem grandes informações prévias. Sabia pouca coisa sobre ele: cont...
Mulheres fortes  Soraia Veloso As mulheres são fortes. Carregam um filho no ventre durante nove meses. Um de cada vez, às vezes variando dois, três, quatro, cinco. Sobrevivem, mesmo perdendo nutrientes; mesmo engordando mais do que deveriam; mesmo sofrendo violências que não deveriam. As mulheres são fortes. E é justamente esta força que assusta quem não é mulher. (para Bárbara O. Rosa / 11/01/2020) (primeiro texto do ano, inspirado na minha querida Bárbara. Fiquei com vontade de escrever um texto curto. Saiu assim). 

"Eu combato a violência.E você"?

Combater a violência nos dias de hoje está cada vez mais difícil. Todos os dias vemos cenas diante dos nossos olhos que nem poderíamos imaginar que elas aconteceriam novamente. A violência em todas as suas faces está cada dia mais cruel. Como combater esta violência é o que precisamos descobrir e redescobrir.  O projeto PEIC 2019/2010 "Eu combato a violência. E você?" é justamente uma provocação para que nós pensemos a respeito. Neste âmbito nos interessa especificamente o combate a violência contra a mulher. Trata-se de atividade de extensão da Universidade Federal de Uberlândia, campus Pontal.  Como participar? Escolhemos alguns filmes que tratam da temática e esperamos levá-los a um público que realmente queira discutir sobre o nosso papel diante de tantos casos violentos.  No primeiro semestre, exibimos "O quarto de Jack" e agora vamos adiante com "Messias do Mal" (no próximo dia 12 de setembro de 2019). Este não é um filme qualquer....

Do lixo ao luxo: a história da Barbie Bailarina

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Esta linda Barbie Bailarina foi salva de uma caçamba de lixo. Ganhei-a de presente da minha madrinha Conceição (90 anos) que meio receosa me explicou que a havia retirado do lixo, lavado, tentando recupera-la ao máximo antes de me dar. E se eu não quisesse, ela iria entender... É claro que eu quis! É claro que amei o presente! Não importa de onde ela veio; o que importa é sentido do presente. Quando alguém se lembra que eu gosto de chocolate, de borboletas, de livros, de bonecas etc..., significa que eu tenho um sentido para aquela pessoa. E isso é o mais importante nesta vida. A boneca jogada fora recebeu o carinho que precisava - mais um banho, lavagem dos cabelos e roupas novas. O rostinho ainda ficou com umas manchas que são visíveis, mas os outros problemas que ela tem desaparecem quando olhamos a foto ou mesmo ela ao vivo. Afinal, esta roupa linda que ela está usando deixo-a glamorosa. Quando histórias assim acontecem, me lembro de Toy Story 3. É inevitáve...

PARTICIPEI DO 11º FAZENDO GÊNERO

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No final de julho e início de agosto participei do 13º Congresso Mundos de Mulheres e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 “Transformações, Conexões, Deslocamentos”, em Florianópolis (SC). Uma semana de estudos e reflexões produtivas. A apresentação do evento foi feita da seguinte forma: “ A temática que norteará o encontro é "Transformações, Conexões, Deslocamentos". Com isso, queremos alargar esse lugar de diálogo para uma perspectiva mundial, afastada da hierarquia Norte-Sul, ou seja, um espaço onde se possa ouvir outras vozes, novas propostas, valorizar saberes, ampliar horizontes de estudo e de ativismo. Desse modo, seremos capazes de pensar e propor perspectivas inclusivas para os estudos feministas e possibilidades de construção feminista. Será uma oportunidade única de cruzar experiências, pesquisas, vozes ao redor do mundo sobre questões de mulheres e gênero. O Congresso Mundos de Mulheres (MM) será realizado na América do Sul pela primeira vez. Não perc...

ATIVISMO DE MARÇO E AS PREPARAÇÕES PARA O 8 DE MARÇO DE 2017

Nem toda mulher que conhecemos vai poder parar no próximo dia 08 de março (ou não vai querer aderir a greve geral). Mas lembre-se neste dia não há nada a comemorar. Nada de receber parabéns (parabéns pelo quê mesmo??). Nada de ganhar flores ou bombons ou qualquer coisa semelhante. O dia é de reflexão política. Temos muito pelo que continuar lutando e o ex-goleiro solto pela justiça e recebendo propostas de trabalho é um bom exemplo disso.

ATIVISMO DE MARÇO, VIOLÊNCIA E AS NOTÍCIAS QUE NÃO QUEREMOS VER

O mês de março começou com o ativismo pela greve geral no próximo dia 08 de março. A greve pretende chamar a atenção das mulheres e homens de todo o mundo para os problemas que ainda enfrentamos. A violência é uma delas e neste primeiro texto de março é sobre ela que vamos falar. A sexta-feira, dia 24 de fevereiro, começou com a notícia estarrecedora que um cantor sertanejo teria agredido sua esposa grávida (ela teria se dirigido até uma delegacia para prestar queixa). Desde o início a história foi contada de maneira estranha e o desenrolar da coisa não podia ser pior – uma entrevista do cantor ao Fantástico para se defender das acusões com a mulher e o filho de costas para serem preservados. Quando Cecília Toledo escreveu que ‘o gênero nos une, a classe nos separa’, ela nao poderia estar mais certa do que isso. A classe social da moça na atualidade fará toda a diferença nesta história e ainda ficará desacreditada como se tivesse tido um surto por causa da gravidez, dos hormônios e...

Coleção PROPG Digital - 07/05/2013 - Soraia Veloso Cintra

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Cinquenta tons de rosa

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Na década de 1980, precisamente em 1983, Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil) e seu marido Pepeu Gomes na época foram barrados na Disneylândia. Os responsáveis pelo local alegaram que o visual deles chamaria mais atenção do que os atrativos do parque. Com cabelos e roupas coloridas, os dois não puderam entrar. Sofreram discriminação, mas na época não entraram com processo contra a empresa. Fizeram uma música intitulada ‘Barrados na Disneylândia’ e um clipe que fez muito sucesso. Mas em pleno século XXI deveríamos imaginar que tal situação não fosse mais acontecer. Mas acontece. Nesta semana, uma jovem de cabelos rosa sofreu preconceito de uma senhora no ponto de ônibus. Acabou engolindo em seco e não debateu com a mulher que havia feito comentários muito preconceituosos. Mas desde que li sua postagem fiquei imaginando a situação e o quão triste ela se sentiu. Porque a mulher reagiu desta forma? O que os cabelos pintados poderiam causar naquela pessoa? Atualmente, o mais dífici...

O desafio que Bárbara Rosa não fez

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No final de 2016 a querida Bárbara O. Rosa publicou uma lista dos livros que leu em 2016. Não uma lista qualquer, mas uma lista com 40 livros!!! Não tem como competir, mas inspirada nela estou tentando ler e/ou terminar de ler alguns iniciados. Não é fácil, pois tem que ter disciplina. Mas resolvi me arriscar e consegui em janeiro ler 6 livros. Todos propositadamente de mulheres. O número 1 foi Fantasma de Camarim (Doideiras com Apolônia Pinto) de Sylvia Orthof . Se só em 2014, conheci Carolina de Jesus, somente em 2016 conheci Apolônia Pinto, atriz maranhense que realmente vale a pena conhecer: "Aos 12 anos estreava no palco do Teatro São Luís, como a Ingênua da peça “A Cigana de Paris”. Em seus 83 anos de vida, arrancou aplausos das plateias mais exigentes do país, sendo conhecida como a dama do teatro maranhense. Faleceu em 24 de novembro de 1937, no Retiro dos Artistas no Rio de Janeiro e seus restos mortais estão guardados no piso térreo do teatro Arthur Azevedo". Há...

Ressucitando o blog - Globeleza, Futebol e Política

Tem muito assunto para comentar aqui no blog, mas como estou tentando mantê-lo vivo, vou começar pelos assuntos recentes (e parece que tem gente que gosta do eu escrevo rs rs): Globeleza: finalmente a Rede Globo fez uma vinheta de Carnaval que espelha o Carnaval do país inteiro, com muita cor, alegria, expressão e identidade. Frevo, maracatu, axé e bumba meu boi estão na vinheta deste ano que também conta com homens, mulheres e a passista, Erika Moura, a musa Globeleza. É claro que a gente sabe que as mulheres peladas não deixarão de existir, mas mostrar na televisão que o Carnaval é mais do que isso já é bom passo. Palmas para a equipe que idealizou a vinheta de 2017. Futebol: Todo mês de janeiro o Estado de São Paulo realiza a Copa São Paulo de Futebol Junior cuja data de término coincide com o aniversário da capital, 25 de janeiro. Neste ano, registramos a presença de Nilmara Alves, técnica do Manthiqueira (da cidade de Guaratinguetá). Ela també...